teste jairon

      Resenha cômica da obra cidades de papel de John Green, não tenho interesse de criticar (de modo depreciativo), ofender ou qualquer outra coisa do tipo aos fãs e escritor, é apenas uma sátira, leve a serio não... 


     O enredo é sobre Quentin, no livro apenas chamado de Q, ele  é um garoto do terceiro ano do ensino médio que tem uma paixão por Margo, que conhece desde sua infância.

     Certa vez, no parque aos 9 anos, eles se deparam com um cara morto. Mas foda** isso não importância. Logo a história muda para o colegial, o que é uma mudança repentina, sem nem um tipo de aviso ou introdução, eu fiquei achando que ele ainda tinha 9 anos, depois que vi que ele estava no terceiro ano, mas okay, parabéns John Green. Naquela mesma noite, Margo entra no quarto de Q, pela janela, (eles são vizinhos), ele se espanta e da um soco na cara dela, a levando a nocaute, BRINCADEIRA rs... Margo o chama para uma noite de 11 missões secretas, as missões eram vinganças para com os amigos dela, já que o seu namorado tinha a traído com a sua melhor amiga, e ela faz a vingança por ser uma menina minada, e juntos cometem atos de vandalismo, ao no final da noite, ela diz pra Q "sentirei sua falta", e no outro dia some.

     Q entra em um estado de “o meu deus preciso dela para respirar, mesmo ela nunca tendo se importado comigo ou falado comigo durante muitos anos”, e começa uma busca insana por Margo, ele vai no quarto dela e vê que tinha supostas pistas de onde ela poderia estar, ele descobre várias coisas a partir daí.

     E a maior parte da história, cerca 70% do livro é ele procurando por Margo, finalmente consegue “encontrar” o paradeiro dela, acaba não indo à colação de grau com seus amigos, “já que uma garota que nunca se importou com ele ao longo de anos e o ignorou, e só passou poucas horas com ele em uma única noite por um interesse egoísta é mais importante que os amigos de uma vida toda, pq ainda estou lendo isso?” Então Radar, Ben e Lace (seus amigos) fazem uma viagem até Nova York, numa cidade de papel, que não existia, era o tipo de cidade que os criadores de mapa colocavam no mapa para ver se estavam sendo plagiados. Ok, eles quase morrem na viagem e tal, mas quando chegam na tal cidade, que na verdade é uma estrada com um prédio decadente, lá está Margo “éee final feliz, só que não”.


Representação do protagonista Q nos padrões linguísticos de nossa sociedade atual.

     Ao vê-los Margo se mostra fria e fica muito puta com a chegada deles, xinga a amiga e os três amigos de Q vão embora, Q fica lá e ela é arrogante com ele, resumindo tudo, Margo conta que não queria ser achada e "bla bla bla", que queria sumir pra sempre porque estava cansada de ser uma menina de papel, frágil, sendo sempre o que os outros querem que ela seja “era só não ser criatura, precisava fugir como uma criança mimada?”. Eles conversam, ela conta do seu caderno preto que escreveu uma história sobre eles e tal, eles se beijam, ele a convida para voltar com ele, mas o pedido é recusado, pois, diz ser impossível, aí ela diz adeus, diz que manterá contato e tal e começa a chorar e se beijam, encostam as testas e se olham. FIM, ACABOU ESSA MER**.


     História deprimente, me esforcei muito para terminar, apesar da leitura ser rápida a história e maçante, o João Verde errou feio nesta obra, a culpa é das estrelas é a irmã bonita e cidades de papel a irmã feia. " Joguei 10 reais fora no sebo :( "

     Enredo tosco de um cara ir atrás de uma menina sem relevância para a vida dele, até briga com seus amigos pois eles não estão tão preocupados com a menina que nunca se importou com eles como o Q, porque supostamente os amigos de Q tinham vidas próprias, para não se importar com a princesa pular sumida da escola.
     

     Visto isso, o livro fica com a nota final é de 1 ovo é meio, pois tem uma boa escrita apesar da história, tem um leve nível de comedia, mas só, não recomendo cidades de papel, era melhor ter ido assistir o filme do Pelé.



J.C Lima

Posted by: J.C Lima

Sou eu meu destruidor e meu salvador...

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